25/05/09

Reflexão sobre a idéia demoníaca do suícidio.





Se não eu por mim, quem por mim ?

Se eu for só por mim, quem sou eu ?

Se não for agora, quando ?

Rabino Hillel, Talmud


Um pequeno comentário:

Pois para mim, a vida é nosso maior bem. Seja o que acontecer, nós damos as causas e condições, e temos que às vezes fazer heroísmos para suplantar os efeitos de retorno ou das adversidades que surgem lá onde somos imaturos... Eu fiz um contrato com a existência: sou responsável pela minha vida!

Aqueles que beiraram a morte na demoníaca intenção de um suicídio, deveriam agradecer aos Céus que através do amargo entraram em contato com a realidade de seu ser, e assim podem colocar mãos a obra e se empenhar em suplantar as falhas; preencher o vazio que habita em cada um...

Quantos que dormem na limitação da própria arrogância? E não acordam? Então os abalos o farão.

É isto!

Brunnus Reqqiem




2 comentários:

O Cavaleiro das Trevas disse...

Creio que o suicídio seja um dos ápices da covardia.
Ausência voraz da fé em referência principal a própria existência.

Grande abraço, Amigo!

Anônimo disse...

o espiritismo nos ensina muito como compreender a vida. O suicida é um fraco de espirito que perante as duras provas que lhe foram impostas por causa de erros do passado, assim tenta fugir ás mesmas esquecendo-se que apenas está acarretando máis carma negativo para as existencias futuras.